sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Visão com ação pode mudar o mundo"

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso. O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."(Max Gehringer).

Vídeo: "Fazer a diferença"

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Brasil na Conferência do Clima da ONU

Essa semana um acontecimento relacionado ao aquecimento global me chamou muita atenção:

“Um grupo de oito ativistas do Greenpeace fez uma manifestação nesta terça-feira em Brasília, para pedir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que compareça à Conferência do Clima da ONU, na Dinamarca, com metas concretas contra o aquecimento global.
Segundo a organização não governamental, os ativistas pediram ao presidente que o Brasil assuma sua responsabilidade no controle do aquecimento global e adote medidas efetivas nos setores de florestas, energia e oceanos.
Os ativistas chegaram ao local, na frente do Centro Cultural Banco do Brasil, usando fantasias que representam os setores envolvidos na questão de clima: uma vaca simbolizava o desmatamento na Amazônia, um homem-placa solar para simbolizar as energias renováveis, uma tartaruga marinha representando os oceanos, além de uma máscara do presidente.
Os ativistas encerraram o protesto protocolando uma mala de viagem, uma representação de uma passagem aérea para Copenhague, onde em dezembro acontecerá a Conferência do Clima, além de um formulário de imigração com o caminho que o Brasil deve seguir na luta contra o aquecimento global.
O Greenpeace também defende que, até 2020, pelo menos 25% da eletricidade do País seja gerada a partir de fontes renováveis de energia como vento, sol, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas e propõe que o governo brasileiro transforme pelo menos 30% do território costeiro-marinho do Brasil em áreas protegidas até 2020.
Hoje à tarde, o presidente deve se reunir com ministros para discutir a proposta brasileira sobre as mudanças climáticas a ser apresentada em Copenhague.”

Fonte: Agencia Estado - 13/10/2009

Nada contra a ação da Greenpeace, bem pelo contrário, sempre fui a favor deles e sempre achei ótima as iniciativas deles, mas será que ao invés de o Brasil ter que estar preocupado com o que vai apresentar a ONU nessa conferência seu alvo não deveria estar centrado em metas para salvar a floresta Amazônica??? Nas responsabilidades para com os brasileiros???
Na minha opinião, não adianta o Brasil ir lá e fazer uma apresentação “bonitinha” se aqui não tá fazendo nada pra salvar um dos bens mais importantes que é a Amazõnia.

Outro ponto que gostaria de comentar é que certamente com a proximidade dessa conferência a mídia vai manter o pânico com o aquecimento global a toda velocidade. Acho que as pessoas tem que parar de ir atrás da mídia, que é controlada pelos mesmos interesses que querem taxar cada ser humano do planeta até por respirar, e começar a pensar se essa mídia está realmente certa sobre o aquecimento global ou se é apenas mais uma forma de taxar todos os cidadãos do mundo para financiar um governo global e levar países pobres a se industrializarem. No mesmo dia em que li sobre a ação dos ativistas em Brasília decidi aprofundar um pouco mais sobre o assunto e encontrei um blog que me fez pensar sobre as reais causas ditadas sobre o aquecimento global, principalmente na postagem “Aquecimento Global desmascarado”, se alguém quiser dar uma olhada: http://www.anovaordemmundial.com/2009/08/aquecimento-global-desmascarado.html

É isso..Espero que não tenha me expressado errado ;D

domingo, 11 de outubro de 2009

Feios Porém Lindos

As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental". Era um poeta maravilhoso, esse Vinicius de Moraes, mas deixou imortalizada uma frase que jamais sairia da boca de uma mulher. Aos feios, as mulheres dão boas vindas, desde que por trás do olho que não é azul e do corpo que não é atlético haja bom humor, inteligência e sex appeal.

Nunca veremos Brad Pitt e George Clooney namorando feinhas, mas já vimos Julia Roberts casar com Lyle Lovatt, um músico que tinha o rosto decorados com crateras, e a estonteante Sharon Stone desfilar com baixinhos barrigudos até contrair matrimônio com um senhor que mais parece um boneco de cêra. Há quem defenda a ideia de que mulheres casam com qualquer um, desde que tenha poder ou dinheiro. Poucas. Não foi o caso de Julia Roberts nem o de Sharon Stone, ricas e poderosas por si só, e também não é o caso de muitas Lucias, Andreas, Cristinas, Danielas, Fernandas e Jussaras anônimas. Mulheres preferem ser amadas do que invejadas.

Essa história de beleza tem a ver com atração, que tem a ver com "a primeira impressão é a que fica", que tem a ver com inícios de relações. Se a garota for um canhão, as chances de conquistar um deus são quase zero (é uma generalização, toda regra tem exceções). Já se o garoto for feio, porém espirituoso, talentoso e auto-confiante, pode descolar o número do telefone da Marisa Monte. Lembrem-se que ela já namorou o Nando Reis, dos Titãs. Alguma coisa ele tem de lindo.

Mick Jagger é raquítico e branquela. Gerald Thomas é raquítico, branquela e usa óculos. Woody Allen é raquítico, branquela, usa óculos e está quase careca. Apesar desse quadro de horror, sei de muita mulher que não os expulsariam da sua cama. Será que elas nunca ouviram falar em Mel Gibson, Antonio Banderas, Pedro Bial? Elas nunca ouviram falar é que beleza garanta o conteúdo.

Mulher tem faro, não se contenta com a embalagem. É bem mais comum ver uma mulher linda
acompanhada de um homem aparentemente sem graça do que o contrário. Não é (só) porque a
concorrência é implacável e nos contentamos com o que sobra. É porque mulher tem raio-x: consegue olhar o que se esconde lá dentro. Se além de um belo coração e um cérebro em atividade ele ainda for apetecível, é lucro. Pena que a recíproca raramente seja verdadeira. Economizaríamos fortunas em cabeleireiros e academias se os homens fossem direto ao que interessa, na alma e no espírito, para os quais não adianta maquiagem...

;D

sábado, 19 de setembro de 2009

Sonhos...



Meus sonhos valsam.

Corpos e almas se abraçam,

Dançam e se tocam, leves...

Como se flutuassem no ar.

Sutis movimentos em par.

Olhares se entrelaçam,

Um namoro a cada passo...

Me ampara em seus braços,

Nesse encantado bailar.

Que seja eterna essa valsa...

Enquanto houver música.

Que sejam infinitos os sonhos...

Enquanto houver inspiração.

Enquanto houver vida.

Enquanto houver Lua.

Enquanto houver Sol...

sábado, 15 de agosto de 2009

"Lembro-me de ti
Nesse instante absoluto,
A vida conduzida por um fio de música.
Intenso e delicado, ele vai-nos fechando num casulo
Onde tudo será permitido.

Se é só isso que podemos ter,
Que seja forte. Que seja único.
Tão íntimo quanto ouvirmos a mesma melodia,
Tendo o mesmo - esplêndido - pensamento..."

Dica de livro (by Fidsneo)





*-* Certamente minha próxima leitura *-*

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dos ficantes aos namoridos

Se você é deste século, já sabe que há duas tribos que definem o que é um relacionamento moderno.

Uma é a tribo dos ficantes. O ficante é o cara que te namora por duas horas numa festa, se não tiver se inscrito no campeonato “Quem pega mais numa única noite”, quando então ele será seu ficante por bem menos tempo — dois minutos — e irá à procura de outra para bater o próprio recorde. É natural que garotos e garotas queiram conhecer pessoas, ter uma história, um romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... Esquece, não acho natural coisa nenhuma. Considero um desperdício de energia.

Pegar sete caras. Pegar nove “mina”. A gente está falando de quê, de catadores de lixo? Pegar, pega-se uma caneta, um táxi, uma gripe. Não pessoas. Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegueeuse, pegue-e-chute, pegue-e-conte-para-os-amigos.

Pegar, cá pra nós, é um verbo meio cafajeste. Em vez de pegar, poderíamos adotar algum outro verbo menos frio. Porque, quando duas bocas se unem, nada é assim tão frio, na maioria das vezes esse “não estou nem aí” é jogo de cena. Vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada. Deixaram a personalidade em casa, isso sim.

No entanto, quem pode contra o avanço (???) dos costumes e contra a vulgarização do vocabulário? Falando nisso, a segunda tribo a que me referia é a dos namoridos, a palavra mais medonha que já inventaram. Trata-se de um homem híbrido, transgênico.

Em tese, ele vale mais do que um namorado e menos que um marido. Assim que a relação começa, juntam-se os trapos e parte-se para um casamento informal, sem papel passado, sem compromisso de estabilidade, sem planos de uma velhice compartilhada — namoridos não foram escolhidos para serem parceiros de artrite, reumatismo e pressão alta, era só o que faltava.

Pois então. A idéia é boa e prática. Só que o índice de príncipes e princesas virando sapo é alta, não se evita o tédio conjugal (comum a qualquer tipo de acasalamento sob o mesmo teto) e pula-se uma etapa quentíssima, a melhor que há.

Trata-se do namoro, alguns já ouviram falar. É quando cada um mora na sua casa e tem rotinas distintas e poucos horários para se encontrar, e esse pouco ganha a importância de uma celebração.

Namoro é quando não se tem certeza absoluta de nada, a cada dia um segredo é revelado, brotam informações novas de onde menos se espera. De manhã, um silêncio inquietante. À tarde, um mal-entendido. À noite, um torpedo reconciliador e uma declaração de amor.

Namoro é teste, é amostra, é ensaio, e por isso a dedicação é intensa, a sedução é ininterrupta, os minutos são contados, os meses são comemorados, a vontade de surpreender não cessa — e é a única relação que dá o devido espaço para a saudade, que é fermento e afrodisíaco. Depois de passar os dias se vendo só de vez em quando, viajar para um fim de semana juntos vira o céu na Terra: nunca uma sexta-feira nasce tão aguardada, nunca uma segunda-feira é enfrentada com tanta leveza.

Namoro é como o disco “Sgt. Peppers”, dos Beatles: parece antigo e, no entanto, não há nada mais novo e revolucionário. O poeta Carlos Drummond de Andrade também é de outro tempo e é para sempre. É ele quem encerra esta crônica, dando-nos uma ordem para a vida: “Cumpra sua obrigação de namorar, sob pena de viver apenas na aparência. De ser o seu cadáver itinerante". (by Martha Medeiros)
Só tenho algo a dizer de tudo isso...Quero namorar muiiiitooooo !!!

;D